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REGRAS GERAIS DE SEGURANÇA PARA
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SUA BATERIA

  • Sempre carregar a bateria após o uso.
  • É recomendado um carregamento em tensão constante: a 25°C, 2,27a, 2,30vpc (volts por célula), para utilização em flutuação, recomenda-se utilizar 2,28vpc a 25°C.
  • Fazer medições periódicas na baterias, incluindo relatório de instalação das baterias, regimes de trabalho, condições de ambiente, etc.
  • Em temperaturas diferentes de 25°C, deve-se fazer a compensação da tensão de carga de flutuação, de 2,28vpc, em função da variação da temperatura:
  • Temperaturas abaixo de 25°C – adicionar 0,005vpc para cada °C da variação.
  • Temperaturas acima de 25°C – subtrair 0,005vpc para cada °C da variação.
  • Corrente de flutuação: 20% da capacidade nominal da bateria.
  • Nunca deixar ou armazenar a bateria descarregada.
  • Garantir espaçamento mínimo de 10mm entre as baterias e entre a bateria e a parede do gabinete.
  • Nunca permitir que a bateria atinja nível inferior a 2vpc em armazenamento.
  • As baterias armazenadas devem receber carga suplementar a intervalos sugeridos.

Temperatura de armazenamento

Intervalos de carga

20°C ou menos

A cada 9 meses

20°C a 30°C

A cada 6 meses

30°C a 40°C

A cada 3 meses

  • Tensão de corte da bateria: é a tensão até a qual uma bateria pode ser descarregada com segurança sem causar dano à bateria e para maximizar sua vida útil; esse valor é especificado de acordo com a efetiva capacidade e o tempo demandado para descarga. Para uma tensão de corte de 1,75vpc (volts por célula), a bateria de 12V (seis células ou elementos) tem essa tensão definida por 10,5V.
  • Utilizar apenas pessoal qualificado para a manutenção da bateria.
  • Seguir todas a s instruções de manutenção da HAZE Battery e do fabricante do carregador.
  • Estar seguro de que todo circuito de carga/descarga esteja completamente desconectado do sistema de bateria, antes de colocar ou retirar quaisquer conexões.
  • Consultar a SEC POWER antes de fazer qualquer mudança das características originais de projeto (tensão, carga, tempo de descarga, etc.) do banco de baterias.
  • Utilizar técnicas adequadas de levantamento quando operar com baterias grandes.
  • Não levantar baterias pelos terminais. Não aplicar solda nos terminais das baterias.
  • Não deixar ferramentas ou cabos desconectados sobre as baterias.
  • Não utilizar ferramentas elétricas (parafusadeiras de impacto, etc.) que possam desenvolver mais que o torque especificados para as conexões.
  • Não usar nenhum produto de limpeza (amônia, cândida, etc.) para limpar as baterias.
  • Não remover as válvulas de segurança, nem adicionar nada às baterias seladas, que são livres de manutenção.
  • Não fumar nem utilizar fogo perto de qualquer banco de baterias.
  • Não se aproximar de nenhum banco de baterias energizado que mostre senais de severa sobrecarga ou descarga excessiva (inchaço do monobloco, deformação da cobertura, válvulas de segurança alteradas). Desconectar e isolar o banco de baterias de todo circuito de carga/descarga antes de se aproximar do banco.
  • Não neutralizar nenhum dispositivo instalado pela Power Battery ou pelo fabricante do carregador, com o objetivo de proteger o banco de baterias. Esses dispositivos compreendem: fusíveis e interruptores, disjuntores, chaves, etc.

SULFATAÇÃO

A palavra sulfatação pode ser usada de diversas maneiras e merece algum esclarecimento. Em geral, significa a formação ou deposição de sulfato de chumbo na superfície e nos poros do material ativo das placas.

Sulfato de chumbo se forma como uma parte natural do processo de descarga e, nesse sentido, é uma parte necessária do funcionamento da bateria. Esse sulfato tem estrutura finamente cristalina e é facilmente reduzido por uma corrente de carga.

Sulfato de chumbo é também formado como resultado de ação local ou auto descarga das placas. Isso é provocado pela ação da solução ácida nos materiais das placas. O sulfato de chumbo formado como resultado dessa ação é também facilmente reduzido pela corrente de carregamento, a não ser que a bateria esteja mal cuidada.

A terceira e talvez a mais usual utilização da palavra sulfatação aplica-se aos grandes cristais ou sulfato de chumbo "duro" que pode se formar nas placas, como resultado de uso incorreto ou negligente. A sulfatação excessiva dessa terceira espécie é difícil de se reduzir e pode causar dano permanente às placas. Sulfatação, por esta definição, é o resultado de um processo de envelhecimento sob temperatura prolongada e/ou alta recristalização e é causada pelo seguinte:

  1. Deixar baterias sem recarregar por longos períodos após a descarga.
  2. Armazenamento contínuo da bateria sob temperaturas excessivas.
  3. Prolongados períodos a baixa carga.
  4. Longo período sem recargas periódicas (auto-descarga).
  5. Permitir descargas da bateria a tensões abaixo da baixa tensão de corte recomendada.

O sulfato de chumbo nessa última forma é difícil e às vezes impossível de reduzir pelos métodos convencionais de carga.

Precauções contra auto-descarga excessiva:

  1. As baterias deverão estar armazenadas em lugar fresco e seco.
  2. As baterias não deverão estar armazenadas sob incidência direta de luz solar.
  3. As baterias não devem estar sujeitas a uma fonte direta de luz solar.
  4. Um controle adequado de estoque deverá ser adotado.
  5. A tensão das baterias em estoque deve ser checada regularmente.
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